sim, antes do fim, as cobranças diárias. sempre, de todos os lados, para todas as direções. algumas realmente são um pouco tanto arbitrárias (talvez ideológicamente falando), mas nem de longe são as piores. o problema, ou melhor, o grande problema é a esquizofrenia-cobrativa-ultraparcial. com tudo isso quero dizer que temos compromissos em um âmbito social, só que muitas vezes ele é "esquecido"... deliberadamente e da pior forma possível.
é, mais um desabafo entre outros tantos, de quem não consegue esperar um segundo. vemos a falta de diálogo. ou melhor, o excesso de diálogo e a falta de entendimento entre as partes. é triste ou não é? nem um pouco. não quando o quadro problemático ainda não foi inteiramente composto. resta dizer dos elementos alienígenas que surgem desrespeitosamente - ou apenas atuando com seus lapsos de memória falha, ou então atuando como sempre atuam em todos os momentos - ignorando as condições pré-estabelecidas, ou trocando a amizade/respeito por uma merda de desprezo.
sim, sim, sim! isto é uma tristeza! imagine você, no esforço semanal violento contra seu próprio corpo, a realizar atividades que te desagradam - MUITO em parte por não querer ouvir cobranças sobre descompromissos depois - sem ver nada em troca. e nem ao menos o reconhecimento no sentido de preservação.
é, o velho estigma do mau humorado. daquele que não sabe se divertir. daquele que se priva das "alegrias" semanais. mas me desculpem, como o jäzzus já dizia "se a diversão for vazia me chame de ranzinza", e isto eu tenho me dito a muito.
a questão é que não venho produzindo muito. a diversão é pouca e os locais desestimulantes demais para dar o próximo passo. os círculos produzem amplos espaços entre si, o que causa a desconectividade. e as metáforas ganham linha a linha uma nova importância. são poucos os prazeres que preservo e que interajo com o máximo da minha vontade de potência. e, por outro lado, são excessivamente muitas forças contrárias as minhas vontades, desde a minúscula até a mais intensa. e isso me deixa com raiva, mas não só, ultrapassa o ódio e abate o ânimo. a tristeza que invade por conta de coisas que não teriam o mínimo valor - ou banais ao cotidiano. e acontece desta forma porque são nessas pequenas coisas do cotidiano que percebemos até onde vai, ou onde começa, o respeito para conosco.
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