
"...e eu. triste boêmio da rua.
casei-me também com a lua.
que ainda é a minha mulher.
é cantando. que carrego a minha cruz
abraçado ao amigo violão.
e a noite de luar já não tem luz.
quem me abraça é a negra solidão.
é cantando. que afasto do coração.
esta mágoa que ficou daquele amor.
se não fosse o amigo violão.
eu morria de saudade e de dor..."
Deusa do Asfalto - Adelino Moreira/Nelson Gonçalves
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